Grama Contra Gases do Efeito Estufa

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Cientistas irlandeses estão estudando vegetal mais gorduroso e benéfico.

Da BBC

Cientistas de uma universidade da Irlanda acreditam que um tipo diferente de grama poderia ajudar a diminuir a quantidade de gases produzidos pelo gado que dela se alimentar.
Devido ao seu processo de digestão, o gado produz grande quantidade de metano, um gás relacionado às mudanças climáticas, e há anos pesquisadores têm buscado formas de diminuir o problema.
Segundo os cientistas do University College de Dublin, o uso de um tipo específico de grama, mais doce e mais gordurosa do que a grama comum, pode reduzir os gases e beneficiar também, indiretamente, a saúde humana.
A abordagem, porém, ainda está em estágios experimentais, e não há provas de que ela possa funcionar.
“Embora a grama configure uma dieta de baixa gordura, nós podemos manipular o vegetal, e estamos trabalhando com diferentes culturas de grama neste momento”, disse David Kenny, especialista em nutrição animal da universidade.
“Certos tipos de gorduras podem melhorar a qualidade do produto (grama) e ao mesmo tempo reduzir a produção de metano. É uma situação em que todos ganham, o produtor (de gado) e o consumidor.”

Problema irlandês

O problema do gás produzido pelo gado é particularmente grave na Irlanda, porque lá a maioria dos animais cresce se alimentando justamente de grama – um alimento que naturalmente aumenta a quantidade de metano liberado por eles.
Nas pesquisas para resolver o problema, muitos cientistas acreditam que simplesmente dar aos animais um remédio especial pode resolver o problema.
Entretanto, muitos na comunidade científica irlandesa são céticos em relação a isso.
Outros cientistas têm procurado desenvolver novas raças de gado que crescem mais rápido e, dessa forma, emitem menos metano – já que suas vidas são mais curtas.

Tongue Twisters – Trava Língua em Inglês

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Trava-língua em inglês. Você consegue?

Conseguir falar um trava-língua em português já é algo difícil para muitas pessoas. E se juntarmos a dificuldade da língua inglesa? Para muitos, é quase impossível.

Os Tongue Twisters não são nada mais do que trava-línguas em inglês, que juntam o desafio de falar inglês com a brincadeira de juntar letras e palavras para dificultar a pronúncia.

Conheça alguns Tongue Twisters:

Six thick thistle sticks. Six thick thistles stick.

Peter Piper picked a peck of pickled peppers.
Did Peter Piper pick a peck of pickled peppers?
If Peter Piper picked a peck of pickled peppers,
where’s the peck of pickled peppers Peter Piper picked?

“Surely Sylvia swims!” shrieked Sammy, surprised.

“Someone should show Sylvia some strokes so she shall not sink.”

Cheap ship trip.

The sixth sick sheik’s sixth sheep’s sick.

Shy Shelly says she shall sew sheets.

A flea and a fly flew up in a flue.
Said the flea, “Let us fly!”
Said the fly, “Let us flee!”
So they flew through a flaw in the flue.

A box of biscuits, a batch of mixed biscuits

Six sick slick slim sycamore saplings.

A skunk sat on a stump and thunk the stump stunk, but the stump thunk the skunk stunk.

Twelve twins twirled twelve twigs.

A noisy noise annoys an oyster.

Three gray geese in the green grass grazing.

Gray were the geese and green was the grass.

We surely shall see the sun shine soon.

fonte: IG (http://educacao.ig.com.br/noticia/2008/08/06/trava_lingua_em_ingles_voce_consegue_1500294.html)

Reimplante de Braço em Menina de 10 anos

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Veja isso:

Garota perdeu o membro ao colocar uma calça para lavar.
Após acidente, médicos devem realizar a cirurgia em seis horas.

Na cidade de Areal, no Rio de Janeiro, Ana Catarina sofreu um grave acidente. A roupa que a garota com dez anos de idade colocou na máquina de lavar enroscou na sua mão. Como estava ligada, a força do equipamento arrancou o braço da garota. Para reimplantar o membro, os médicos teriam seis horas. É o limite de tempo para realizar esse tipo de cirurgia. O esforço, com sucesso, envolveu médicos de São Paulo.

Catarina vive em um abrigo para 30 crianças há três anos. No primeiro dia das férias, resolveu ajudar na rotina de trabalho. Sem avisar ninguém, na lavanderia, ligou a máquina centrífuga e colocou uma calça jeans para lavar. Mas a roupa enrolou na sua mão e, conseqüentemente, a força do equipamento arrancou o braço.

“Eu dei de encontro com Ana Catarina já gritando: ‘meu braço, meu braço’. Quando eu olhei para ela, não vi o braço”, conta Virginia Seixas, mãe social da menina. Em 18 anos de trabalho, a coordenadora do abrigo nunca tinha vivido algo tão dramático. “Corri na lavanderia, desliguei a máquina e o braço estava dentro da centrífuga”, explica.

O acidente aconteceu às 11h30. Imediatamente, Seixas chamou os bombeiros e em menos de 15 minutos a garota estava no hospital. Porém o especialista em reimplantes mais próximo se localizava a 400 quilômetros de distância do acidente.

Primeiramente, a menina foi atendida pelo cirurgião vascular Rodrigo Lemos, oficial do Corpo de Bombeiros. “O braço estava separado do corpo. A face de horror da criança, perante a situação, foi o que mais me impressionou”, diz o médico. Ele decidiu que a garota deveria ter o braço reimplantado. Ao meio dia pediu ajuda.

Para preservar o braço, Lemos colocou gelo em um recipiente de isopor forrado com papelão. Embrulhou o membro em um pano limpo – não pode entrar em contato direto com o gelo – e fechou a caixa.

Em seguida, um helicóptero chegou na cidade do interior para levar a garota para a Baixada Fluminense. “Em menos de duas horas, a menina estava dentro do centro cirúrgico do Hospital Estadual Dom Pereira Nunes começando o procedimento”, afirma Lemos.

Ao mesmo tempo, a Secretaria de Saúde tentava localizar o especialista em microcirurgia João Recalde. Ele estava voando para São Paulo. “Recebi um telefonema diretamente do secretário de Saúde do Rio de Janeiro relatando esse caso”, conta. O médico embarcou de volta para o Rio de Janeiro e, também de helicóptero, chegou ao hospital.

A cirurgia começou em três horas e meia após a amputação. Sobravam duas horas para refazer a revascularização do sangue com segurança. Na primeira parte da cirurgia, o osso foi fixado. Depois, a equipe retirou um pedaço de dez centímetros da veia safena para religar a artéria. O fluxo sanguíneo foi restabelecido seis horas e 15 minutos depois do acidente, dentro da margem de risco adequada. Só então foi feita a religação de veias e músculos.

“Consegui ver a Catarina por volta das 22h30. Quando a vi, ela abriu os olhos e sorriu. ‘Estou viva’”, diz Ocimar Seixas, pai social da menina. “Devolvendo a função no reimplante, está devolvendo uma vida para essa pessoa”, diz Rames Mattar Junior, ortopedista do Hospital das Clínicas de São Paulo. Catarina tem um longo caminho de recuperação. Natal e Ano Novo serão passados no Centro de Terapia Intensiva (CTI). Do Papai Noel, a garota quer ganhar um laptop para levar para todos os lugares.

fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL922507-5603,00-ESPECIALISTA+REIMPLANTA+BRACO+DE+MENINA+DE+DEZ+ANOS.html

Japoneses recriam imagem vista por voluntário ‘lendo-a’ no cérebro

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Veja só, o dito de que tem pessoas são capazes ver o que outro pensa não será apenas uma força de expressão.

Os turistas japoneses são famosos por andar pelo mundo com suas câmeras fotográficas em riste, sempre prontos a tirar uma foto para registrar o que tiveram a chance de ver com os próprios olhos. Mas uma nova pesquisa, realizada por lá mesmo, promete tornar o aparelho inútil. Um grupo de pesquisadores conseguiu extrair imagens da visão de uma pessoa diretamente do cérebro.

Parece ficção científica, mas é a mais pura verdade. O feito, obtido pelo grupo de Yukiyasu Kamitani, dos Laboratórios de Neurociência Computacional da ATR, em Kyoto, foi reportado na última edição da revista científica “Neuron”.

E o melhor de tudo: para “ler” as imagens que o indivíduo estava enxergando, os cientistas não precisaram fazer nada agressivo, como plugar eletrodos diretamente no cérebro ou algo do tipo. Os resultados foram obtidos graças às técnicas de imageamento cerebral. Eles usaram a famosa ressonância magnética funcional — procedimento que permite observar que áreas do cérebro se ativam a cada momento — para extrair as informações.

O experimento foi conduzido da seguinte maneira. Primeiro, o voluntário era submetido a diversas imagens relativamente simples, com apenas dez pixels de altura por dez de largura. Cada pixel podia ser apenas preto ou branco, para simplicar a coisa toda.

Enquanto ele ia observando cada uma das imagens, o aparelho de ressonância magnética passava o tempo todo analisando os padrões de atividade no cérebro — especificamente na região responsável pela interpretação dos estímulos enviados pela visão.

Plugado ao aparelho de ressonância estava um computador, que usava as correlações entre imagens e atividade cerebral, para calibrar um padrão — de forma a “aprender” que partes do cérebro se ativavam para representar cada um dos pixels das figuras apresentadas ao voluntário.

Por fim, chegava a parte realmente empolgante: imagens eram apresentadas ao voluntário, e o computador tentava, usando só os dados vindos da ressonância, recriar as imagens observadas.

Confira o resultado, impressionante, abaixo.

Acima, padrão de imagens exibido ao voluntário; abaixo, reconstruções feitas pelo computador (Foto: Divulgação)

Acima, padrão de imagens exibido ao voluntário; abaixo, reconstruções feitas pelo computador (Foto: Divulgação)

Futuro de sonhos

Os pesquisadores limitaram a pesquisa a imagens de apenas duas cores (preto ou branco), com resolução pequena. Mas o princípio está comprovado. Resta apenas aprimorar a técnica para obter imagens mais e mais detalhadas e precisas.

“Embora tenhamos nos concetrado aqui na reconstruções de padrões de contraste [preto ou branco], nossa estratégia poderia ser usada para reconstruir imagens visuais definidas por outras características, como cor, movimento, textura e disparidade binocular”, escrevem os pesquisadores.

Mas o mais empolgante mesmo é a sugestão que eles fazem de que, no futuro, talvez seja possível reconstruir imagens não de coisas que a pessoa está vendo no momento, mas viu no passado — ou até mesmo imagens de sonhos!

“Interessantes são as tentativas de reconstruir estados subjetivos que são produzidos sem estimulação sensorial, como imagens pensadas, ilusões e sonhos”, dizem os cientistas japoneses. “Vários estudos sugeriram que essas percepções subjetivas ocorrem no córtex visual” — exatamente a área do cérebro que eles mapearam para obter as imagens no estudo.

Será que no futuro poderemos “gravar” nossos sonhos em vídeo, em vez de anotá-los num caderninho? E quanto às nossas memórias? E o que imaginamos? São perspectivas fascinantes, que se abrem com a pesquisa japonesa.

Mas, claro, os estudos terão de avançar muito até que cheguemos lá. Por ora, os turistas japoneses devem continuar atravessando o globo com suas maquinetas fotográficas em punho.

fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL921081-5603,00-JAPONESES+RECRIAM+IMAGEM+VISTA+POR+VOLUNTARIO+LENDOA+NO+CEREBRO.html

Técnica permite visualizar o que uma pessoa está enxergando.
Cientistas cogitam usar estratégia para ver até imagens de sonhos.

Insetos contam com bactérias para enriquecer alimento

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A seiva das plantas dificilmente poderia ser considerada como um alimento natural maravilhoso. Faltam-lhe aminoácidos essenciais, e exatamente aqueles que os animais não são capazes de sintetizar de maneira autônoma. É muito bom, portanto, que os seres humanos não dependam da seiva das plantas para sua sobrevivência. Mas insetos como os afidídeos (pulgões) o fazem. Assim, como esses insetos conseguem os aminoácidos de que necessitam?

A resposta, os cientistas sabem, é o fato de que os afídeos contam com bactérias simbióticas que realizam o trabalho de síntese de aminoácidos para eles. Embora tenham surgido diversos estudos sobre o metabolismo e outras áreas que comprovam que essa tese procede, até o momento não existiam provas quantitativas, referentes a cada ácido envolvido no processo, de que esse é efetivamente o caso.

E. Akman Gunduz e Angela Douglas, da Universidade de York, na Inglaterra, conseguiram recentemente obter provas quanto a isso. Em um estudo sobre afidídeos que vivem em pés de favas, eles demonstraram que as bactérias conseguem suprir a escassez de todos os aminoácidos exceto um. E os afidídeos têm uma maneira de contornar a escassez do aminoácido restante.

Os pesquisadores analisaram o conteúdo de aminoácido da seiva das plantas, o volume de seiva ingerido pelos afidídeos e os índices de crescimento dos insetos. Eles também criaram outros afidídeos com dietas nas quais ácidos específicos estavam faltando.

Em seu artigo para a Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences, eles reportam que a seiva não oferecia quantidade suficiente de até sete aminoácidos essenciais (existem variações entre as diferentes plantas utilizadas nas experiências).

Mas a bactéria simbiótica mais que compensou essa deficiência no caso de todos os ácidos requeridos exceto a metionina. A hipótese dos pesquisadores é a de que os afidídeos são capazes de produzir metionina sem ajuda, utilizando uma enzima que é capaz de produzi-la com base em um composto relacionado.

fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3387303-EI8145,00.html