É o Edmundo “Animal” ou é o Panthro dos ThunderCats?

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Quem é Quem?

Surge Técnica que Converte CO2 em Gás Natural

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Fantástico!

Uma equipe de pesquisadores britânicos, dirigida pela cientista espanhola Mercedes Maroto-Valer, desenvolveu uma tecnologia capaz de transformar o dióxido de carbono (CO2), o principal responsável pela mudança climática, em gás natural.
Isto foi afirmado por Mercedes, chefe do Centro para a Inovação em Captura e Armazenamento de Carbono (CICCS, em inglês), da Universidade de Nottingham (Reino Unido).

Trata-se de um laboratório pioneiro na busca de soluções que permitam capturar e processar o CO2 para reduzir a presença do gás na atmosfera. O CICCS já projetou vários procedimentos para capturar o CO2 emitido pelas indústrias mais poluentes, como as centrais termelétricas, as companhias de cimento e as petrolíferas, e armazená-los em sedimentos geológicos, como poços de petróleo ou de gás já esgotados, minas de carvão e formações geológicas.

No entanto, esta possível solução para reduzir a presença de CO2 na atmosfera apresenta alguns inconvenientes, já que não se sabe o tempo máximo que o gás poderia permanecer armazenado, e existe o risco, “imprevisível, mas possível”, que haja fuga em grande escala, o que poderia causar graves conseqüências ambientais.

A solução, além de “esconder” o CO2 sob a terra, inclui encontrar um método que permita a reutilização deste gás para conseguir, com segurança e eficácia, a redução de sua presença na atmosfera e diminuir o aquecimento global.

A equipe de Mercedes trabalha atualmente em uma tecnologia capaz de transformar o CO2 em metano graças a um processo similar à fotossíntese.

“As plantas usam CO2, água e luz e os transforma em açúcares. Nós fazemos um processo parecido. Também usamos luz, água e CO2, mas, em vez de gerar carboidratos, produzimos metano”, explicou a pesquisadora.

Mercedes afirmou que a aplicação da tecnologia em escala mundial permitiria obter o “ciclo perfeito da energia”, já que “o CO2 seria passado a gás natural e deste ao CO2 novamente”.

“Seria a solução perfeita”, destacou. A cientista frisa que o mais importante na luta contra a mudança climática é “não se concentrar em um único processo”, mas desenvolver várias soluções possíveis, aplicáveis segundo as necessidades de cada país.

Fonte: Terra

Ornitorrinco e a sua “Mistureba genômica”

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Pessoal, repasso matéria abaixo sobre este curioso animal, leiam abaixo.

Genoma do ornitorrinco é mistura inusitadade de réptil, ave e mamífero

Veneno em ‘espora’ do animal usa mesmas bases bioquímicas da peçonha de cobra.
Genes relacionados a aves e até a peixes convivem com DNA típico de mamíferos.

Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo

Se você achava o ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus) esquisito, é porque nunca tinha visto o genoma do bicho. Até agora, lógico, porque um consórcio internacional de pesquisadores acaba de obter a seqüência completa de “letras” químicas do mais estranho dos mamíferos. Os dados estão na edição desta semana da revista científica “Nature”, uma das mais prestigiosas do mundo.

O trabalho, coordenado por Wesley Warren, da Universidade Washington em Saint Louis (Estados Unidos), traz informações que vão ser úteis para qualquer pesquisador interessado nas origens e na evolução dos mamíferos. Em parte, isso se deve à própria condição de “fóssil vivo” dos ornitorrincos e suas primas, as equidnas. Eles são os últimos remanescentes no planeta de um grupo de mamíferos que ainda botam ovos, tal como faziam seus ancestrais reptilianos. Calcula-se que a linhagem do bicho tenha se separado da dos demais mamíferos há uns 170 milhões de anos, quando o reinado dos dinossauros na Terra tinha apenas começado.

Esse lado conservador não significa, no entanto, que os ornitorrincos tenham parado no tempo. Na verdade, são bichos altamente especializados, cujo bico de pato, pés palmados e cauda de castor surgiram em épocas (relativamente) recentes como adaptação para a vida de caçadores de invertebrados aquáticos. Como nada em águas muito barrentas na Austrália, a criatura desenvolveu uma espécie de “sexto sentido” elétrico, que lhe permite localizar suas presas em condições de visibilidade zero.

Mistureba genômica

O DNA da criatura é composto por cerca de 1,85 bilhão de pares de “letras” químicas, cerca de dois terços do genoma humano, embora o número de genes seja quase igual — em torno de 20 mil. O curioso é ver, nessa grande massa de moléculas, diversos exemplos de que os ornitorrincos retiveram características genéticas que sumiram nos humanos e demais mamíferos mas existem em aves, répteis e até peixes.

Como os bichos são ovíparos, os pesquisadores descobriram que estão conservados em seu genoma os códigos para a produção de proteínas nutritivas para os ovos, com similares que só são encontrados fora do grupo dos mamíferos — nas galinhas e no peixe conhecido como paulistinha, por exemplo.

Os “ferrões” localizados nas esporas dos ornitorrincos produzem um veneno que, segundo os dados do genoma, utiliza a mesma “matéria-prima” dos venenos de répteis. O curioso, no entanto, é que ele usa novas versões de genes antigos para produzir a peçonha — quase como se a espécie tivesse “descoberto” a idéia do veneno independentemente. (Trata-se apenas de uma comparação: afinal, a evolução não acontece forma consciente.)

Por outro lado, o DNA do ornitorrinco também mostra que se trata de um mamífero extremamente bem-adaptado a seu modo de vida único. Embora não tenha mamilos, o bicho produz um leite cuja composição nutritiva não fica nem um pouco atrás do leite humano ou de vaca. Os genes ligados ao sistema de defesa do organismo são numerosos e potentes, provavelmente para ajudar os filhotes muito precoces da espécie a não pegarem infecções. E os genes associados ao sistema olfativo também surpreendem pela quantidade — é possível que ele consiga sentir “cheiros” debaixo d’água com eles.

Cientistas conseguem fazer dedo cortado crescer de novo

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fonte: Portal G1

Cientistas americanos conseguiram fazer com que a ponta do dedo de um homem crescesse de novo depois de ter sido cortada fora.

Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh desenvolveram um pó especial que estimulou as células do dedo ao redor da parte decepada a crescer.

Lee Spievak, de 69 anos, havia perdido a ponta do dedo ao colocá-la na hélice de um avião miniatura.

Mas, agora, Spievak tem uma ponta regenerada, com pele, nervos, unha e até mesmo sua impressão digital.

Isso foi possível depois que recebeu do irmão, Alan, que trabalha com medicina regenerativa, o pó desenvolvido pelos cientistas da Universidade de Pittsburgh.

“Na segunda vez que eu coloquei o pó, eu já pude perceber que o dedo havia crescido. A cada dia, crescia um pouco”, Spievak contou ao correspondente da BBC em Ohio, Matthew Price.

“Levou cerca de quatro semanas até fechar completamente”, afirmou.

Agora, ele diz ter “movimento e sensibilidade total”.

Bexiga de porco
O pesquisador Stephen Badylak, da Universidade de Pittsburgh, desenvolveu o pó usando células da parte interna da bexiga de um porco.

O tecido retirado é colocado em um ácido e submetido a um processo de secagem. Em seguida é transformado em um pó.

“Há vários tipos de sinais no corpo. Alguns são bons para deixar cicatrizes, outros para criar tecidos regenerativos”, diz Badylak.

O cientista acredita que o pó criado conseguiu estimular as células do tecido a crescer em vez de cicatrizar.

Se for aperfeiçoada, a técnica poderia ser usada para tratar pele com queimaduras sérias e até mesmo órgãos danificados.

“Eu acredito que dentro de dez anos nós teremos maneiras de fazer com que o osso se regenere e promover o crescimento de tecidos ao redor do osso. E isso é um grande avanço para, eventualmente, conseguir restaurar um membro inteiro”, afirmou Badylak.

Os cientistas pretendem testar a nova técnica em Buenos Aires em uma mulher que sofre de câncer do esôfago, e militares americanos devem iniciar testes em soldados que perderam parte dos dedos em ação.

Invasão dos Caranguejos – Ilhas Christmas

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A grande marcha vermelha
A invasão dos caranguejos nas praias da Ilha Christmas para se reproduzir.

Eles são ultrapontuais. Todo ano, no início de novembro, milhões de caranguejos deixam as tocas na floresta tropical e rumam para a praia na Ilha Christmas. O lugar, um território australiano com 134 quilômetros quadrados, no Oceano Índico (equivalente a cinco vezes o Arquipélago de Fernando de Noronha), 360 quilômetros ao sul da Indonésia, é o cenário de um espetáculo único. Pelo menos 23 espécies de crustáceos participam da marcha. Os mais velhos partem na frente. Levam duas semanas para chegar à praia, onde cavam milhões de buracos na areia e cruzam. Aí, os machos voltam para a floresta e deixam as fêmeas com os ovos. Duas semanas depois, elas levam as larvas para o mar. Mais três semanas e nascem milhões de filhotes, parecidos com camarões. Os que escapam dos peixes, das aves e das correntes marítimas instintivamente tomam o caminho da mata. Nesse momento, ultrapassam 80 milhões. Oito milhões morrem pelo caminho, atropelados por carros e trens ou devorados por garças. Mas ninguém dá pela falta.

Quer saber mais? veja esse site: http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_117648.shtml

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