Atenção Professores! Meia entrada cultural é direito nosso!

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Veja essa!

Desde de 2001 existe uma lei (4637/01) que dá direito aos profissionais da educação  meia entrada em cinemas, teatros e outros eventos culturais.

Para isso, basta mostrar o contracheque atualizado e que a carga seja de 40h semanais e trabalhe na area de educação.

veja essa materia para maiores detalhes:

Foi-se o tempo em que os educadores ficavam privados de fazer passeios culturais, em razão dos baixos salários e da falta de leis que os incentivassem a ampliar seus conhecimentos.

De fato, a divulgação cultural no Brasil é muito cara, os ingressos de teatros, cinemas e shows custam um absurdo, com preços abusivos, o que impossibilita o acesso dos menos favorecidos economicamente aos mesmos. Um professor recebe, em média, por uma jornada de trabalho de 40 horas semanais, um salário de mil e duzentos reais.

Porém, a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados atendeu o Projeto de Lei 4637/01, do deputado Léo Alcântara (PSDB-CE), que confere meia entrada em eventos culturais aos profissionais de educação.

Segundo o autor do projeto, “a formação acadêmica não dispensa o professor do contato freqüente e continuado com bens culturais, como o cinema, o teatro e a música, uma vez que ajuda o professor a melhorar seu desempenho na sala de aula”.

Entretanto, não existe uma Lei Federal que nos concede esse direito e nem são todos os Estados que adotaram essa medida, ficando a critério de cada um estabelecer ou não esses direitos aos docentes.

Existem pontos controversos que, segundo o ex-governador de São Paulo, Cláudio Lembo (2006), fere a Constituição Brasileira. Este argumenta que “as atividades musicais, artísticas, circenses, cinematográficas, de recreação e similares são de caráter econômico, pois as pessoas o fazem profissionalmente e usam recursos financeiros”, para isso.

Alguns Estados que adotaram a medida, trazem esse benefício para os professores, como Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro, dentre outros.

Assim, procure a Secretaria de Educação de seu Estado munido de contracheque e documentos pessoais e veja se você tem esse direito.

fonte: http://www.educador.brasilescola.com/orientacoes/meia-entrada-para-professores.htm

Td de apoio OBB – Ecologia – Botanica – Zoologia

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Bom proveito!

tc revisao obb marcelo henrique

Será que escolhi a profissão errada? Mestre-de-obras ganhando R$10.000,00 por mês.

Dicas 14 Comentários »

Como há em nosso país distorções salariais.

Vejam isso:

Mestre-de-obras virou profissão de rico

Um levantamento que fiz na semana passada em departamentos de recursos humanos de construtoras mostra que um mestre-de-obras experiente e disputado já consegue ganhar até R$ 10 mil por mês na cidade de São Paulo.

A média salarial é obviamente mais baixa, girando em torno dos R$ 5.000 -mais alta, porém, do que a da maioria dos professores universitários.

O boom imobiliário combinado à falta de trabalhadores qualificados levou à inusitada situação de um trabalhador numa obra, apenas com diploma de ensino médio, conseguir, em alguns casos, ganhar mais do que um engenheiro.

É um exemplo para ilustrar uma informação levantada pelo Datafolha, ao investigar o perfil socioeconômico da cidade de São Paulo: 72% da população entre 16 e 24 anos tem diploma de ensino médio. Vamos repetir: 72%.

Está aí a nova e quase desconhecida composição da paisagem humana de uma comunidade -a julgar pelas propostas de governo, é desconhecida dos candidatos à prefeitura.

Só para dar uma idéia da modificação veloz dessa paisagem, vamos fazer uma comparação com os habitantes mais velhos, acima dos 60 anos. Nessa faixa, apenas 10% passaram pelo ensino médio. Ou seja, 72% contra 10%.

A explicação para esse movimento aparece nas estatísticas da Secretaria do Trabalho da capital paulista.

Nos últimos 12 meses, foi criado, na cidade, 1,7 milhão de empregos: 60% dos contratados tinham ensino médio; mais 18% concluíram ou estão concluindo algum curso superior; a imensa maioria do restante chegou até pelo menos a 8ª série do ensino fundamental.

A informação do Datafolha ajuda a explicar um estudo, divulgado na semana passada pela Fundação Getúlio Vargas, que apontou o aumento da classe média nas regiões metropolitanas. Além do crescimento econômico e da formalização da mão-de-obra, influi a formação dos trabalhadores. É sabido que existe uma relação entre renda e nível de estudo.

O salário médio do mestre-de-obras que, pelos cálculos da FGV, o coloca na categoria dos ricos (acima dos R$ 4 mil) reflete a crescente procura das empresas por gente capacitada -uma gritaria que se vê em todos os setores que exigem um mínimo de sofisticação. Basta dar uma olhada nos bancos públicos de empregos: uma imensa quantidade de vagas não é preenchida.

Uma das questões essenciais para o futuro de São Paulo é preencher as necessidades econômicas da cidade e, ao mesmo tempo, garantir a inserção dos jovens no mercado do trabalho -um complexo arranjo que deveria estar no topo das preocupações de um prefeito. Nada pode ser mais importante em uma comunidade do que estimular o desenvolvimento humano. Há uma série de casos para serem estudados.

Na cidade de Indaiatuba, próxima de Campinas, a prefeitura, em parceria com o governo estadual e federal, universalizou o ensino técnico, respeitando as vocações locais.

Lembrete: Indaiatuba apareceu em primeiro lugar na lista de qualidade de vida feita pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

Na imensa maioria das vezes, como mostram as estatísticas oficiais, sair de cursos técnicos ou tecnológicos significa emprego garantido. Em alguns setores, como apontam relatórios do Centro Paula Souza e do Senai, a procura é bem maior do que a oferta da mão-de-obra formada em seus cursos.

Daí a importância do acerto do Ministério da Educação com o chamado Sistema S (Sesi, Senai e Senac, entre outros) para abrir mais vagas gratuitas ou das experiências de empresas que ajudam na gestão das escolas públicas, aproximando-as do mercado de trabalho. É o caso do ensino de mídias digitais para estudantes de Pernambuco e do Rio.

Em São Paulo, cursos técnicos começam a ser oferecidos nas escolas regulares da rede estadual. Ainda é um projeto que engatinha, não dá para ser avaliado. Mas tenho acompanhado a reação de alunos em uma das escolas que se tornou, desde o ano passado, piloto para esse programa, oferecendo cursos de webdesign e gestão de pequenos negócios.

Percebo, ali, alunos mais motivados, por verem uma porta de saída e significado prático no que estão estudando.

Um prefeito de São Paulo será, mais cedo ou mais tarde, forçado a se conectar menos ao hardware (obras) do que ao software (o capital humano), o que exige os mais diferentes arranjos de uma comunidade em torno do conhecimento. Temos aí alguns exemplos de arranjos produtivos locais que produzem bons e abundantes empregos, como São José dos Campos, Piracicaba ou Santa Rita do Sapucaí (MG), onde se montaram pólos de tecnologia em torno de suas vocações, respectivamente, aeronáutica, álcool e telecomunicações

Se não tiver cabeça de educador, o prefeito de São Paulo será, na melhor das hipóteses, um bom mestre-de-obras.

PS-Para medir como São Paulo vai moldando seus habitantes, devido às exigências do mercado de trabalho, a soma dos paulistanos na faixa de 16 a 24 anos com ensino médio e superior é de 85%. Na zona oeste, 40% dos adultos, acima dos 24 anos, têm ensino superior.

fonte: Gilberto Dimenstein (portal Aprendiz)

http://aprendiz.uol.com.br/content/judidegidi.mmp

Resultado da IV OBB – por Escola – 1a. Fase

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Parabéns Farias Brito,

O maior resultado na 1a fase no Brasil – 424 alunos aprovados na 1a. fase (17,8% do Brasil e 39,8% do Ceará)

Bioenergética Ciclo de Krebs – Video

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Video do Ciclo de Krebs

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