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	<title>Marcelogia - Pra você gostar de Biologia! &#187; dna</title>
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	<description>Blog do professor de biologia Marcelo Henrique - Fortaleza, CE</description>
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		<title>Ornitorrinco e a sua &#8220;Mistureba genômica&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 13:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoal, repasso matéria abaixo sobre este curioso animal, leiam abaixo. Genoma do ornitorrinco é mistura inusitadade de réptil, ave e mamífero Veneno em &#8216;espora&#8217; do animal usa mesmas bases bioquímicas da peçonha de cobra. Genes relacionados a aves e até a peixes convivem com DNA típico de mamíferos. Reinaldo José Lopes Do G1, em São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, repasso matéria abaixo sobre este curioso animal, leiam abaixo.</p>
<p><strong><span style="font-size: 1.5em;">Genoma do ornitorrinco é mistura inusitadade de réptil, ave e mamífero</span></strong></p>
<p>Veneno em &#8216;espora&#8217; do animal usa mesmas bases bioquímicas da peçonha de cobra.<br />
Genes relacionados a aves e até a peixes convivem com DNA típico de mamíferos.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL457162-5603,00-GENOMA+DO+ORNITORRINCO+E+MISTURA+INUSITADA+DE+REPTIL+AVE+E+MAMIFERO.html" target="_blank">Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo</a></p>
<p>Se você achava o ornitorrinco (<em>Ornithorhynchus anatinus</em>) esquisito, é porque nunca tinha visto o genoma do bicho. Até agora, lógico, porque um consórcio internacional de pesquisadores acaba de obter a seqüência completa de &#8220;letras&#8221; químicas do mais estranho dos mamíferos. Os dados estão na edição desta semana da revista científica &#8220;Nature&#8221;, uma das mais prestigiosas do mundo.</p>
<p>O trabalho, coordenado por Wesley Warren, da Universidade Washington em Saint Louis (Estados Unidos), traz informações que vão ser úteis para qualquer pesquisador interessado nas origens e na evolução dos mamíferos. Em parte, isso se deve à própria condição de &#8220;fóssil vivo&#8221; dos ornitorrincos e suas primas, as equidnas. Eles são os últimos remanescentes no planeta de um grupo de mamíferos que ainda botam ovos, tal como faziam seus ancestrais reptilianos. Calcula-se que a linhagem do bicho tenha se separado da dos demais mamíferos há uns 170 milhões de anos, quando o reinado dos dinossauros na Terra tinha apenas começado.</p>
<p>Esse lado conservador não significa, no entanto, que os ornitorrincos tenham parado no tempo. Na verdade, são bichos altamente especializados, cujo bico de pato, pés palmados e cauda de castor surgiram em épocas (relativamente) recentes como adaptação para a vida de caçadores de invertebrados aquáticos. Como nada em águas muito barrentas na Austrália, a criatura desenvolveu uma espécie de &#8220;sexto sentido&#8221; elétrico, que lhe permite localizar suas presas em condições de visibilidade zero.</p>
<p><strong> Mistureba genômica</strong></p>
<p>O DNA da criatura é composto por cerca de 1,85 bilhão de pares de &#8220;letras&#8221; químicas, cerca de dois terços do genoma humano, embora o número de genes seja quase igual &#8212; em torno de 20 mil. O curioso é ver, nessa grande massa de moléculas, diversos exemplos de que os ornitorrincos retiveram características genéticas que sumiram nos humanos e demais mamíferos mas existem em aves, répteis e até peixes.</p>
<p>Como os bichos são ovíparos, os pesquisadores descobriram que estão conservados em seu genoma os códigos para a produção de proteínas nutritivas para os ovos, com similares que só são encontrados fora do grupo dos mamíferos &#8212; nas galinhas e no peixe conhecido como paulistinha, por exemplo.</p>
<p>Os &#8220;ferrões&#8221; localizados nas esporas dos ornitorrincos produzem um veneno que, segundo os dados do genoma, utiliza a mesma &#8220;matéria-prima&#8221; dos venenos de répteis. O curioso, no entanto, é que ele usa novas versões de genes antigos para produzir a peçonha &#8212; quase como se a espécie tivesse &#8220;descoberto&#8221; a idéia do veneno independentemente. (Trata-se apenas de uma comparação: afinal, a evolução não acontece forma consciente.)</p>
<p>Por outro lado, o DNA do ornitorrinco também mostra que se trata de um mamífero extremamente bem-adaptado a seu modo de vida único. Embora não tenha mamilos, o bicho produz um leite cuja composição nutritiva não fica nem um pouco atrás do leite humano ou de vaca. Os genes ligados ao sistema de defesa do organismo são numerosos e potentes, provavelmente para ajudar os filhotes muito precoces da espécie a não pegarem infecções. E os genes associados ao sistema olfativo também surpreendem pela quantidade &#8212; é possível que ele consiga sentir &#8220;cheiros&#8221; debaixo d&#8217;água com eles.</p>
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		<title>SÍNTESE PROTÉICA (TRADUÇÃO)</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 02:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Marcelo Henrique</dc:creator>
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		<description><![CDATA[espero que gostem. abraços!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>espero que gostem.</p>
<p>abraços!</p>
<p align="center"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=t9fOHXoN_Fw"><img src="http://img.youtube.com/vi/t9fOHXoN_Fw/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
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